Iniciativa visa o fortalecimento da governança através da participação de diversos atores da sociedade e da administração pública na construção do Modelo de Maturidade das Unidades Centrais de Controle Interno (Mucci).
O Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci) visando o fortalecimento da governança pública lança a Estratégia Nacional de Escuta, iniciativa que busca a participação de diversos atores da sociedade e da administração pública na construção do Modelo de Maturidade das Unidades Centrais de Controle Interno (Mucci).
O Mucci surge como um referencial nacional voltado ao aprimoramento das estruturas de controle interno em todo o país. Desenvolvido por um grupo de trabalho multidisciplinar, o modelo reúne representantes da Controladoria-Geral da União (CGU) e de controladorias-gerais de estados e municípios, com o objetivo de criar diretrizes que contribuam para o fortalecimento institucional das unidades de controle interno.
Participação aberta a diferentes públicos
A Estratégia Nacional de Escuta disponibiliza questionários específicos para diferentes perfis de participantes, entre eles:
Os questionários têm duração estimada entre 10 e 20 minutos e abordam temas como a utilidade prática do controle interno, a qualidade das entregas realizadas, a prevenção de irregularidades, a relação entre gestão e controle, além das capacidades necessárias para uma unidade de controle considerada madura e eficiente.
Segundo o Conaci, as respostas serão tratadas de forma agregada e utilizadas exclusivamente para subsidiar a construção das dimensões e dos níveis de maturidade do Mucci, sem identificação individual ou institucional.
O CFC – Conselho Federal de Contabilidade convida os Contadores Públicos, Auditores e demais Profissionais da Contabilidade a participarem da iniciativa e compartilharem suas experiências e percepções sobre o tema.
Segundo ele, a participação da Classe Contábil é essencial pois a Contabilidade Pública está na base dos sistemas de controle interno e fornece informações que contribuem para a transparência, a integridade, a prestação de contas e a tomada de decisões na gestão pública. Por isso, as contribuições podem enriquecer a construção de um modelo capaz de refletir os desafios e as diferentes realidades da administração pública brasileira.
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Marli Nascimento
Imprensa – CRCMS